Localização
O Brasil localiza-se no continente americano, mais precisamente no sul do mesmo. Sua área e população são respectivamente as quintas maiores do mundo. Ao norte de nosso país está localizada a Venezuela, a Guiana e Suriname. A sul o Urugauai. A sudoeste a Argentina e o Paraguai. A oeste a Bolívia e o Peru e, finalmente a noroeste a Colômbia. Chile e Equador são os únicos países da América do Sul que não fazem fronteira com o Brasil. Nosso país é banhado pelo Oceano Atlântico, sua costa estende-se de Norte à Sul, a única região não banhada pelo oceano é a Centro-oeste.
Brasil: um país de desigualdade
Com o grande crescimento e as várias formas de ocupação geográfica do país , a população brasileira se encontra distribuída irregularmente pelo território. Como resultado dessa má distribuição, formou-se uma grande mancha em nosso país: a desigualdade. Nas últimas décadas , muitos brasileiros buscam novas áreas, com o objetivo de melhores conduções de vida.
Um dos fatores que transforma nosso país em desigual é a instabilidade climática. Apesar de haver abundância de água no Norte, no nordeste há uma grande seca; enquanto o calor predomina no Norte e Nordeste, o frio é constante no sul. Isso faz com que a produção do país se altere, desde a agricultura rudimentar nonorte, até as mais sofisticadas lavouras do Sul e do Sudeste.
Apesar disso, há grande dificuldade no acesso de condições mais favoráveis para a população. Conforme o Relatório do Desenvolvimento Humano de 2001, o Brasil se encontra em 69° ligar no hanking mundial, com IDH 0,750. O nível de escolaridade está inteiramente ligado a maior ou menor renda per capita.
De acordo com o Censo Demográfico realizado pelo IBGE em 2000, o brasil têm melhorado muito na questão da educação, porém ainda apresenta ídices insatisfatórios sobre o nível de escolar apresentado pela maioria. Esse índice aponta mais de 17,6 milhões de pessoas com 10 anos ou mais que são analfabetas, quase 15% da população.
Também a tendência de envelhecimento predomina, a proporção de idosos aumento. O aumento da expectativa de vida revela um aumento na saúde no país. Podemos notar isso no n° de mortalidade infatil, que caiu de 18% em 1975 para 6% em 2000.
Uma pesquisa feita pelo IBGE em 1999 expôs que houve uma pequena melhora na distribuição de renda. Os 10% mais ricos concentravam 49,8% da renda em 1993 caindo para 46,7% em 1999. Os 10% mais pobres possuím 1,1% em 1999 contra 0,7% em 1993. No entanto, aumentou mais de 20% de 1999 para cá.
Os que mais sofrem com isso são as crianças que desde cedo “perdem” a chance de realizarem seus sonhos. Finalizamos com a frase de Mari de Dolores Kappel, pesquizadora do IBGE:
“A desigualdade começa desde que a criança nasce. Investir na primeira infância é vital para reduzir a pobreza e aumentar a inclusão social.”
Potencialidade Econômica
Apesar de a desigualdade social existente em nosso país ser extremamente elevada, por incrível que pareça, o Brasil possui a oitava maior economia mundial, quando medida pelo seu PIB (Produto Interno Bruto), porém o PIB per capita de nosso país é menor até que o de alguns países da América do Sul -Argentina, Chile e Uruguai, por exemplo. O IDH do Brasil é considerado médio, ocupando a 69ª posição no ranking mundial.
AGRICULTURA: Em 1994 iniciou-se em nosso país o Plano Real, nesse plano, a agricultura era um dos setores econômicos mais estratégicos para a consolidação da economia brasileira. A agricultura, além de ser importantíssima na soma final do PIB, contribui de outras maneiras com o nosso país, por exemplo, os produtos de origem agrícola possuem um alto peso na pauta nacional das exportações e, também, no controle da inflação.
AGROPECUÁRIA: a agropecuária representa cerca de 12 % do PIB nacional, considerando-se apenas o valor da produção. Quando sua importância é medida por meio de um conceito mais amplo e moderno, o agrobusiness (que abrange de modo geral todo o processo, a soma total das operações, até o processamento e distribuição dos produtos agrícolas e seus derivados) a participação do complexo agroindustrial alcança mais de 35% do PIB.
INDÚSTRIA: Enre 1950 e 1980 a economia brasileira cresceu 7,5 % ao ano e a indústria cresceu um pouco mais: 8,3 %. Segundo o IBGE, em 1920 havia apenas 13336 estabelecimentos comerciais no Brasil, já em 1985 passou a haver 207157.
Mesmo com a expressiva industrialização nacional, a atividade industrial não acabou com as desigualdades sociais. Ou melhor, foram reforçadas, tornando assim a grande irregularidade na distribuição de riquezas uma marca da sociedade brasileira.
A economia brasileira cresceu e nosso país modernizou-se, porém em um processo dependente do capital e da tecnologia estrangeiros e que não trouxe melhorias significativas à população mais carente, tanto da cidade quanto do campo. Atualmente a miséria não está presente apenas nas cidades mais pobres, porém em cidades desenvolvidas de nosso país.
A Urbanização Brasileira
O processo de urbanização no Brasil ocorreu, principalmente entre 1950 e 1990, trata-se de um dos mais rápidos processos de urbanização do mundo. Em 1940 apenas 31% da população concentrava-se na zona urbana, os outros 69% estavam na rural, já em 2000 este dado mudou completamente, pois, 81% da população já havia sido urbanizada e apenas o restante (19 %) continuava na zona rural.
A urbanização não compreende apenas o deslocamento populacional rumo à cidade, mas também a extensão de uma série de aspectos da vida urbana para além dos limites das cidades. A mecanização das atividades agrícolas, a instalação de agroindústrias, as atividades de lazer rural são uns desses aspectos. A instalação de equipamentos urbanos (água encanada, telefone, pavimentação, esgoto, energia elétrica) no campo também são aspectos da urbanização.
Fontes de Energia
BIOCOMBUSTÍVEIS: São fontes de energia renováveis, isto é, infinitas, originadas de produtos vegetais. Esse combustível é uma das formas mais baratas de se combater o aquecimento global. Deste modo, foi lançado pelo governo brasileiro o Plano Nacional de Agroenergia.
No plano, a produção de agroenergia concentra-se em cinco grupos: etanol, biodisel, biogás, florestas e resíduos. O Brasil é um grande indicado para assumir a liderança na produção de biocombustíveis, pois apresenta vários recursos necessários: matéria-prima, clima tropical e tecnologia avançada na área.
ENERGIA HIDRELÉTRICA: É toda forma de energia gerada através da água. No Brasil, devido a grande quantidade de rios, a utilização das hidrelétricas como forma de geração de energia é a principal. Nosso país, juntamente com o Paraguai possui a maior hidrelétrica do mundo.
ENERGIA NUCLEAR: Atualmente no Brasil há três usinas nucleares em funcionamento; Angra I, Angra II e Angra III, as duas últimas apresentam maior potencialidade na produção, em especial a Angra III quando der inicio ao seu funcionamento. Com os problemas de degradação ambiental causados por outras formas de energia, a energia nuclear se torna uma boa solução.
ENERGIA SOLAR: Para enfrentarmos os desafios do novo milênio, a energia solar é uma das alternativas energéticas mais promissoras, pois o sol é fonte de energia renovável, permanente e abundante. Para as áreas afastadas e não eletrificadas, a energia solar é a solução ideal, especialmente no Brasil onde há bons índices de insolação em toda parte do território. Anualmente, o Sol irradia o equivalente a 10.000 vezes a energia consumida pela população mundial neste mesmo período. O Sol produz continuamente cerca de 390 sextilhões de quilowatts de potência. Para cada metro quadrado de coletor solar instalado evita-se a inundação de 56 metros quadrados de terras férteis, na construção de novas usinas hidrelétricas.
Blog desenvolvido pelos alunos:
Alex Júnior Malheiros Barbão
Jessika Thomas Martins
Mateus Vinícios Bavaresco
Sayuri Ionara Sturmer dos Santos

Com tantos casos vindo a conhecimento publico não podemos deixar de reparar no descrédito dos brasileiros na política. E um dos principais fatores desse descrédito é a corrupção generalizada, quase endêmica, em todos os ramos das atividades política e econômica brasileiras.Poderíamos supor que a corrupção do brasileiro vem do famoso jeito malandro que tanto atribuem à conduta de nossos conterrâneos, mas não seria isso um despautério? Todos os povos do mundo são corruptíveis. Em condições de liberdade vemos ao longo dos tempos, e a história comprova com fatos, povos inteiros que quebraram regras e leis se tornando corruptos e sendo punidos posteriormente.O que caracteriza uma corrupção brasileira é a falta de punição que vemos por aqui. Já que em outros países do mundo a punição é severa e eficiente, as pessoas ficam com muito mais receio de aplicar golpes e burlar as leis sabendo que provavelmente irão para a cadeia.Não podemos esquecer também que a origem desse processo corrupto que vemos eclodir hoje vem de uma época remota que parece esquecida. A época da ditadura militar brasileira. Durante cerca de vinte anos houve um processo arraigado de implementação da corrupção no país.Não sendo muito estranho que agora comece uma limpeza, já que os resquícios ditatoriais estão se extinguido e com isso dando espaços para ações de pessoas que estão em outro processo cultural que não aquele de trinta anos atrás.A corrupção não é brasileira, mas sim universal. O que temos é a falta de punição adequada para coagir tais atos e preveni-los. E com esse processo todo de cassações de mandatos esperamos que a corrupção possa diminuir e, enfim, daqui há algumas décadas possamos nos orgulhar de vivermos em um país menos corrupto.

A formação de grandes cidades no Brasil foi acompanhada pelo surgimento de problemas sociais, grave problemas sociais. Tais problemas estão em função, principalmente, do caráter concentrador e excludente do processo de desenvolvimento do país.
Além de problemas relacionados à poluição tanto de rios, quanto do ar, à desmatação ilegal e indiscriminada de áreas verdes, à falta de moradia, de escolas, hospitais, postos de saúde e saneamento básico, as grandes cidades brasileiras estão também apresentando altíssimos índices de violência.
Segundo pesquisas realizadas pelo IBGE, a violência urbana é responsavel por dois terços das mortes de jovens nos estados de Saõ Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.
Na verdade, nas metrópoles há vária áreas violentas, porém, as piores são as periferias, pois as mesmas são marcadas pelo desemprego, pela falta de infra-estrutura e opções de lazer. Além de nelas viver uma população sem níveis de estudos elevados, pois, por causa da baixa renda familiar, os jovens devem trabalhar mais cedo.
No eixo Rio-São Paulo e arredores, principalmente Campinas, os índices de mortes por homicídios são os mais elevados do país. chegando até superar, em alguns casos, os índices de mortes por doenças como o derrame cerebral e a Aids, por exemplo.
Fonte: Adaptação de um texto da Folha de S. Paulo. 13 de novembro de 2001
(...) O shopping é uma cidade onde a cidade não entra. Ou, por outra, é uma cidade sem os problemas da cidade. Há de tudo em seu interior. Além das lojas, há ruas, praças, bancos para sentar, cinemas e até teatro, restaurantes finos, escolas de gastronomia, galeria de arte e pista de cooper.
Mas o que atrai num shopping, o que fascina é aquilo que não tem. Não há sujeira e nem mau cheiro no shopping. Não há congestionamento nem trombadinhas. Não há povo no shopping.
O preço da assepsia é a mentira. Sim, o shopping é uma cidade de mentirinha. A atmosfera climatizada e depurada, o piso de mármore, o fausto das lojas..., tudo no shopping conduz à fantasia da cidade sem miséria. Uma cidade onde a verdade é barrada na porta.
O problema é que essa cidade idealizada fecha às 10 da noite, devolvendo seus freqüentadores à realidade. E a São Paulo autêntica, absurdo tornado irreversível, funciona 24 horas por dia.
Josias de Souza. Folha de S. Paulo. 18 de outubro de 1999 p.1-2